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NAIBF apresenta espetáculo Maria Grampinho na cidade de Goiás0 comentário

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Publicado em 14/09/2018 08:04

 

O Núcleo de Artes Integradas e Inclusão Basileu França (NAIBF) irá apresentar o espetáculo Maria Grampinho nesta sexta-feira (14), em sessões às 14 e às 16 horas, no Cine Teatro São Joaquim, na cidade de Goiás. A entrada será gratuita.

 

No sábado (15), o grupo do NAIBF irá visitar espaços para pesquisa de campo como a casa de Cora Coralina, Museu da Bandeira e o Palácio Conde dos Arcos, visando a montagem do próximo espetáculo do grupo, aprofundando estudos de temas como bandeirantismo e mineração. 

 

Segundo o diretor do espetáculo, Thiago Santana, Maria Grampinho foi o primeiro espetáculo montado neste formato com a participação do Núcleo de Artes Integradas e Inclusão Basileu França (NAIBF), visando a profissionalização dos artistas com e sem deficiência. “Recebemos o convite das secretarias de Cultura e Educação da cidade de Goiás. Os alunos de toda rede de ensino do município, tanto regular quanto o Superior, o Instituto Federal de Goiás (IFG), a Rede Itego e a Universidade Federal de Goiás (UFG) vão assistir ao espetáculo. Nosso objetivo é debater com os estudantes um pouco da cultura e história da cidade, além de temas relacionados à inclusão e acessibilidade. Pensar a história e a cultura popular goiana, juntamente com as pessoas com deficiência, é estimular a compreensão da identidade e o papel delas na sociedade como atores sociais”, destaca.

 

O espetáculo conta a história de uma mulher pequena e negra, que vive perambulando pelas ruas da cidade de Goiás, com uma trouxa na cabeça. Ela tem mais de 300 grampos brilhantes no cabelo, usa sete saias diferentes e vários botões. O desenrolar da narrativa mexe com a imaginação de todos, uma vez que há um mistério não revelado no enredo.

 

Maria Grampinho é o nome da personagem principal e seu dormitório é o porão da Casa da Ponte. No entanto, algumas indagações permanecem um mistério: Quem foram o pai, a mãe e a avó de Maria? Quantos anos ela tem? Essas perguntas continuam sem resposta... Maria Grampinho segue errante, sendo motivo de algazarra das crianças. Entretanto, ela tem pouso certo e é muito amada por duas famílias vilaboenses.

 

O espetáculo documentário é inspirado na literatura “O que teria na trouxa de Maria”, de Diane Valdez, e embalado pelas músicas de Débora de Sá e Lua Barreto. É dirigido por Thiago Santana e Gilvana Machado, coreografado por Itana Fleury, conta com direção musical de Nildo Santos e interpretação dos integrantes do Núcleo de Artes Integradas e Inclusão Basileu França (NAIBF), além da Interpretação da Língua Brasileira de Sinais (Libras) por Sarah Melgaço e figurino produzido em parceria com os alunos do curso de Produção Cênica do Basileu França.


 

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