Entrevista: Fernanda Gentil fala sobre 'Sem Cerimônia'

31/07/2019 | 0 comentários
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A jornalista Fernanda Gentil apresentará em Goiânia o espetáculo "Sem Cerimônia", neste final de semana, no Teatro da PUC (Jardim Goiás). No sábado (3), as sessões serão às 19 horas (esgotada) e às 21 horas (sessão extra). No domingo (4), às 17 horas. Clique aqui para saber o preço dos ingressos e os pontos de vendas. A peça foi criada pela própria Fernanda, em parceria com o produtor Léo Fuchs, que também assina a direção. No palco, ela fala sobre a vida profissional e pessoal, de episódios importantes a situações engraçadas, além de momentos tensos. Conversamos com a jornalista por e-mail sobre o espetáculo. Confira!

 

 

Fernanda Gentil no palco, com cenário, vídeos e interação com o público. Conte para gente como surgiu a ideia do projeto para o teatro e como tem sido a experiência.

 

FG.: Essa está sendo a minha primeira vez nos palcos e eu quis criar essa peça para contar um pouco do que o povo não vê quando só me assiste na TV, mas principalmente para passar as mensagens que eu sempre achei importante passar. A gente fala muito de respeito, igualdade, de humanidade, tem muita dinâmica, o público participa bastante.

 

 

Solidariedade, respeito ao próximo e às diferenças seriam as mensagens do espetáculo?

 

FG.: Eu tento apenas lembrar que temos, todos, muitas coisas boas dentro da gente. Às vezes com a correria do dia a dia a gente acaba esquecendo de como podemos ser bons, e principalmente de tudo o que já vivemos para estarmos aqui hoje. Sei que muita gente vai pra peça esperando só dar umas gargalhadas, mas é lindo de ver as lágrimas nos olhos quando falamos de família, perdas e sonhos de cada um. 

 

 

Em turnê pelo país, você tem conhecido vários tipos de teatro, culturas e pessoas. Algo já te chamou a atenção de uma forma especial durante os últimos meses?

 

FG.: Sim, fico encantada com a riqueza de cada plateia. Cada uma é de um jeitinho, reage de um jeito, ri, gargalha e chora de um jeito. É como se toda apresentação fosse a primeira. 

 

 

Você tem trabalhado muito, seja com o espetáculo, com palestras ou em campanhas publicitárias. Como você concilia a rotina profissional com a maternidade e a família?

 

FG.: Hoje, mesmo com a peça e as palestras que faço, eu posso me dar ao luxo de montar minimamente a minha escala em relação à peça. Por exemplo, não quero fazer todos os finais de semana. Fiquei 10 anos trabalhando praticamente todos os finais de semana, porque o esporte acontece até nos feriados. Não curtia férias com meu filho, porque sempre era época de Copa, Olimpíada ou campeonatos. Agora, tento fazer o meu horário. Minha vida hoje é uma matemática para não perder nenhum minuto com a minha família.

 

 

 

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