Presidente executivo do Sifaeg/Sifaçúcar e da Fieg destaca legado da Amazônia

13/11/2025 | 0 comentários
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Durante participação na COP30, o presidente executivo do Sifaeg/Sifaçúcar e presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, afirmou que o principal legado que a conferência deve deixar para o Brasil é um novo olhar sobre a Amazônia — e sobre como o país pode conciliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade ambiental.

 

Segundo ele, o evento realizado em Belém (PA) tem aproximado o país da realidade amazônica e de seus desafios. “A Amazônia está muito distante do Sul, do Sudeste e até do Centro-Oeste. Muitos desconhecem as potencialidades, os problemas e as dificuldades que essa população enfrenta para produzir, vender, se sustentar e superar os gargalos de infraestrutura e logística”, destacou Rocha.

 

Para o dirigente, a COP30 representa uma oportunidade para o Brasil demonstrar ao mundo sua capacidade de produzir com responsabilidade ambiental, especialmente por meio dos biocombustíveis, um dos temas centrais da conferência.

 

“O etanol é prova de que é possível gerar energia limpa, renovável e sustentável. O Brasil domina essa tecnologia há décadas e vem aprimorando continuamente seus processos, com empresas que possuem governança sólida e práticas socioambientais reconhecidas internacionalmente”, ressaltou.

 

Rocha enfatizou que a produção de biocombustíveis no país tem se tornado cada vez mais eficiente, reduzindo emissões e aproveitando integralmente os resíduos do processo produtivo.

 

“Nossas indústrias seguem o princípio de que nada se desperdiça, tudo se transforma. Produzimos energia, açúcar e etanol em sistemas que buscam o máximo aproveitamento de recursos naturais como água e biomassa”, explicou.

 

Ao comentar o papel do Estado de Goiás na agenda sustentável, André Rocha afirmou que a indústria goiana está preparada para contribuir com a transição energética e o avanço da economia verde.

 

 “O sistema indústria tem investido fortemente em capacitação, inovação e produtividade. O SESI, o SENAI e o IEL atuam de forma integrada para formar profissionais qualificados e preparar nossas empresas para um mercado cada vez mais exigente, que cobra eficiência e sustentabilidade”, afirmou.

 

 O presidente da Fieg lembrou ainda que Goiás ocupa o nono lugar no ranking do PIB nacional e possui o sétimo maior parque industrial do país, com produção diversificada e presença nos mercados interno e externo.

 

“Quem quer vender para o mundo precisa ter qualidade, integridade e certificações que comprovem práticas sustentáveis. A indústria goiana vem se fortalecendo nessa direção, mostrando que é possível crescer, competir globalmente e preservar o meio ambiente ao mesmo tempo”, concluiu.

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