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Repórter Teen entrevista Pitty em Goiânia0 comentário

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Repórter Teen

Por Gabriela Paschoal

18 anos, aluna do Curso Visão.

Publicado em 21/04/2015 00:19

Gabriela Paschoal entrevista Pitty
 

Marcos Cardoso


Neste sábado, dia 18 de abril, Goiânia recebeu um festival de rap e rock intitulado "Na Lata", que teve como atrações Pitty, Rael e Emicida. Fui enviada para cobrir o evento e entrevistar os artistas, e gostaria de compartilhar a experiência com vocês. Escrevo no site há pouco mais de um ano, porém só agora surgiu a oportunidade de fazer algo diferente, sair do conforto de escrever artigos em casa para poder ir às ruas e perguntar sobre assuntos de interesse geral aos artistas. Na minha estreia como Repórter Teen, tive a oportunidade de entrevistar a Pitty, mesmo que brevemente, sobre o novo álbum e a turnê Sete Vidas, que marcam uma fase mais madura da cantora. Além disso, perguntei sobre o que ela achava sobre o cenário musical brasileiro atual. Confesso que fiquei nervosa, com medo de me atrapalhar nas perguntas, afinal, não é comum inaugurar uma nova fase do seu trabalho com uma cantora que já tem mais de 12 anos de carreira solo. Mas, na hora, tudo saiu naturalmente e rendeu um bate-papo bem legal. Confira abaixo a entrevista:

 

Sobre o seu novo trabalho, Sete Vidas, que pode ser descrito como uma renovação na sua carreira, eu gostaria de saber como está sendo a repercussão do novo álbum e a resposta dos fãs.

 

Pitty: Está ótimo! Lancei o disco no ano passado e de lá pra cá a turnê só embalou. Shows cheios, agenda lotada, então estamos num momento muito legal. A galera está curtindo o disco, se identificando com as músicas, está massa.

 

Hoje em dia, o cenário musical brasileiro anda meio pobre. A mulher tem sido banalizada sob uma perspectiva machista e, apesar disso, estilos musicais que fazem uso desse recurso continuam a fazer sucesso. Como você é bastante ativa nas questões de âmbito social, queria que você comentasse um pouco sobre isso, se pra você a música é apenas um entretenimento ou se é algo a mais.

 

Pitty: Eu acho que depende. Tem todo tipo de música. Tem música que é só entretenimento e tem música que se propõe a fazer pensar. Eu, particularmente, gosto de músicas que propõem uma reflexão. Estou falando como fã, estou falando de coisas que eu gosto de ouvir. Mas ninguém tem obrigação, eu acho que tem quer ser natural. Se você fica muito tentando entrar no discurso politizado de forma gratuita, também soa falso. Quando é, é, quando não é, não é.

 

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