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Entrevista: Jair Oliveira em turnê 'Os Filhos dos Caras'0 comentário

Entrevista

Publicado em 28/07/2018 02:19

 

Jair Oliveira, Léo Maia e Wilson Simoninha farão show em Goiânia neste sábado (28), às 20 horas, no Teatro Madre Esperança Garrido. O evento fará parte da programação do Aldeia Sesc de Arte. Em "Os Filhos dos Caras", os ídolos Jair Rodrigues, Tim Maia e Wilson Simonal serão homenageados pelos seus filhos. No repertório, clássicos como “País tropical”, “Alguém me avisou”, “Nem vem que não tem”, “Mais que nada”, “Do leme ao pontal” e tantos outros. Os ingressos custam R$ 7,00 (trabalhadores do comércio e dependentes), R$ 8,00 (conveniados), R$ 10,00 (meia-entrada) e R$ 20,00 (inteira). Eles podem ser comprados pelo site do Sesc Goiás. Na bilheteria do Teatro Madre Esperança Garrido, os ingressos só serão vendidos com duas horas antes dos espetáculos, sujeitos à capacidade do teatro. Conversamos por WhatsApp com Jair de Oliveira sobre o espetáculo e sobre a carreira. Aperte o play!


Confira na íntegra




O show “Os Filhos dos Caras” será apresentado pela primeira vez em Goiânia. O que vocês prepararam para o Aldeia Sesc de Arte?

Olha, a gente preparou um show que a gente já tem feito há algum tempo, eu, o Léo Maia e o Simoninha, então o show ele é essa grande homenagem ao Jair Rodrigues, Tim Maia e Simonal. Então, obviamente, tem muito dos repertórios desses três grandes nomes da nossa música. A gente acaba, também, vez ou outra, colocando coisas das nossas próprias carreiras, das carreiras dos filhos, porque a gente também já tem uma história extensa na música, enfim. Eu na minha parte, por exemplo, acabo fazendo sempre "Simples Desejo", que é uma música minha e do Daniel Carlomagno, que foi sucesso na voz da minha irmã, Thiaguinho, Gilberto Gil, enfim; mas grande parte do repertório é para relembrar os momentos importantes da carreira do meu pai, da carreira dos pais, mas falando especificamente de mim, da carreira do Jair Rodrigues, então acabo incluindo "Deixa Isso pra Lá", "Disparada", "Majestade o Sabiá", "Tristeza", "Casa de Bamba". É um show muito animado, que tem muitos sucessos, que todo mundo conhece, desses três grandes nomes, e é um show muito emocionante, porque é muito difícil você encontrar alguém que não tenha alguma relação com alguma música de Jair Rodrigues, Tim Maia e Simonal, que não tenha alguma relação afetiva, que tenha marcado a vida, então é um show muito emocionante e alegre ao mesmo tempo. Muito, muito animado.


Jair Rodrigues, Tim Maia e Wilson Simonal são autores de vários sucessos da música. Como fizeram para escolher o repertório das apresentações?

Então, a escolha do repertório é um processo até... ao mesmo tempo é fácil, porque tem muitas músicas legais e que foram sucesso nas vozes desses três grandes artistas; e ao mesmo tempo é difícil, porque o show tem que ter uma duração específica. Não pode durar 3, 4, 5 horas, então a gente faz um show de, geralmente, uma hora e meia, uma hora e quarenta. O difícil é cortar música, porque às vezes a gente fala "puxa vida, e agora, qual que a gente corta"? Mas é sempre muito legal e isso também é interessante desse show. Não é um show fixo, é um show que a gente sente a plateia. De repente a gente vê que dá para colocar certa canção, a gente coloca, tira outra e, enfim, é um show que nunca é igual. Um show nunca é igual ao outro. Então, em todas as cidades que a gente já fez, a gente sempre fez um show muito diferente. E é muito descontraído. A gente conta histórias das famílias, conta histórias dos pais, histórias engraçadas, histórias emocionantes, então é bem interessante. O repertório a gente vai alterando ali ao vivo, não é um show amarrado. Tanto eu, quanto o Simoninha e o Léo Maia, a gente gosta muito de mexer com isso, com a improvisação, com o calor ali do público, a gente interage, então é um show bem interessante de fazer que é como também os nossos pais gostavam de fazer. Eu sempre acompanhei a carreira do meu pai, sempre vi ele improvisando muito nos shows dele. Sempre indo de acordo com a animação do público, de acordo com que o público trazia de volta para ele e essa energia é muito importante de você sentir e você fazer o show de acordo com essa energia. Então é um show bem interessante nesse sentido.


Você cresceu em um ambiente musical e, desde criança, pode mostrar a vocação para a música. Qual foi principal ensinamento que o seu pai lhe deixou?

Olha, o principal ensinamento, acho, que o Jair Rodrigues me deixou foi o ensinamento da alegria. E aí, com os outros que vêm junto com isso, humildade, a musicalidade, então eu tenho um grande orgulho de ser filho de Jair Rodrigues, porque eu aprendi muito com ele. Não só para a música, para a minha carreira, mas para a minha vida, essa coisa que marcou muito a vida dele, que as pessoas comentam muito da alegria, do entusiasmo dele. Sempre foi algo muito genuíno e eu, como convivi de perto com isso, eu posso afirmar com certeza absoluta que ele foi e sempre será a pessoa mais alegre que eu conheci na minha vida. Ele valorizava muito essa alegria e isso eu acho que marcava muito a música dele, a musicalidade dele. Ele sempre colocou essa alegria na musicalidade dele, na profissão, mesmo quando gravava músicas mais tristes, mais sérias. Então a interpretação dele passava muito por essa coisa expansiva, que ele sempre valorizou na vida dele e isso marcou muita gente, não só aos fãs, mas marcou também muita gente da família, inclusive a mim mesmo e esse eu acho que foi o maior ensinamento. Ele sempre costumava dizer nas entrevistas que ele "se não era o homem mais feliz do mundo, era um deles" e eu tento sempre pensar nessa frase que ele sempre dizia porque isso é de uma importância incrível, não só para a minha carreira, mas para a minha vida pessoal, de como você lida com a vida, com o sentimento que você nutre por ela, isso eu acho maravilhoso. Então eu costumo dizer que esse, claro, a música, os ensinamentos musicais, tantos outros ensinamentos que ele deixou são muito importantes, mas acho que tudo tem conexão com essa alegria dele, que era realmente contagiante.


Além dos shows "Os Filhos dos Caras", onde mais o público pode te ver?

Eu vou fazer shows, Eu vou fazer dois shows agora bem importantes para a minha carreira, porque é a primeira vez que eu me apresento no Blue Note, de Nova York, que é essa casa lendária, super tradicional do jazz e da música, lá em Nova York, então vou me apresentar lá dias 10 e 11 de agosto, à meia-noite, meia-noite e meia, mesmo dia que o Seu Jorge vai fazer também lá. O Seu Jorge faz, acho que às oito e às dez e eu faço meia-noite e meia, tudo parte do "Brasil Summer Fest". Então, quem estiver por Nova York, dias 10 e 11 de agosto, agora, de 2018, sexta e sábado, por favor, apareça lá no Blue Note, que é uma casa muito, muito legal, muito tradicional de música e eu me sinto honrado de tocar lá pela primeira vez e tenho certeza que vai ser muito legal, porque sou eu e banda, vai ser bem divertido.


Gostaria de convidar os leitores do site Arroz de Fyesta para o show em Goiânia?

Alô, queridos leitores do site Arroz de Fyesta! Aqui quem está falando é o Jair Oliveira, Jairzinho, e olha só, dia 28 de julho, sábado agora, às 20 horas, tem show "Os Filhos dos Caras" comigo, Léo Maia e Wilson Simoninha, prestando uma grande homenagem a Jair Rodrigues, Tim Maia e Wilson Simonal. Sabe aonde? No evento Aldeia Sesc de Arte, aí em Goiânia, no Teatro Madre Esperança Garrido. Então venha se divertir, venha se emocionar com a gente, porque o show só tem sucessos e vai ser muito, muito legal! Esperamos por vocês!


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