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Entrevista: Wanderley Nunes, o cabeleireiro das estrelas0 comentário

Entrevista

Publicado em 12/06/2016 12:17

 

O cabeleireiro Wanderley Nunes esteve em Goiânia no dia 11 de junho, véspera do Dia dos Namorados, para atender clientes no One Beauté, no Flamboyant Shopping Center. Fundador da rede de salões Studio W, o cabeleireiro se divide entre as oito unidades localizadas em São Paulo, Alphaville, Campinas, Ribeirão Preto e uma em Curitiba, o W Crystal. Com 35 anos de carreira, Wanderley é um profissional premiado e também conhecido por atender estrelas. Basta digitar o seu nome no Google, para encontrar fotos com várias famosas, como Cláudia Raia, Débora Falabella, Guilhermina Guinle e Carol Celico, por exemplo. Ele acabou de chegar de Paris, onde foi fazer um laboratório de uma semana com Marcello Costa, que é o técnico mundial da Redken. Ele trouxe muitas novidades pra equipe e a aproveitou a viagem para atender um casamento em Capri, na Itália. Conversamos com ele sobre o trabalho em Goiânia e sobre as tendências para o inverno. Confira!

 


Confira na íntegra




Como foi o dia hoje no One Beauté?

Foi maravilhoso! Muitas clientes que já frequentam o Studio W e eu percebi aqui dentro do salão pessoas bem atualizadas, muito bons cabeleireiros, maquiagens maravilhosas e eu percebi que a gente pode criar uma parceria ao longo do tempo, porque realmente um ajuda o outro. Porque na vida a gente sempre aprende um com o outro. Da mesma maneira que a gente tem pra mostrar, a gente tem pra ensinar. A gente sempre acaba levando uma experiência a mais. Adorei os cabelos das goianienses e eu quero que elas fiquem viciadas no nosso trabalho, pra gente poder voltar sempre.


Você costuma receber convites de salões de várias partes do país para fazer atendimentos como este aqui em Goiânia. Há muita diferença entre os pedidos das clientes entre as regiões do país?

Eu acho que as pessoas dão muito valor ao cabelo aqui. Isso é muito bom, porque elas não vão em qualquer lugar. Existem alguns lugares, alguns Estados, em que a pessoa, ela vai, principalmente, mexer com química, progressiva, essas coisas, vai no mais barato. As goianas não. Elas têm uma exigência muito grande e eu vi bastante cabelos bonitos, porque as pessoas são bem exigentes. E é bom você trabalhar com pessoas exigentes, porque você atinge o melhor que você possa dar. É muito bom. A opinião delas é muito coerente.


Você é proprietário de oito unidades do Studio W, além do W Crystal e possui muitas famosas como clientes. A sua trajetória até chegar ao estágio que está hoje foi de muito trabalho, começando a carreira aos 15 anos certo? Nesse momento atual que o país está passando, que dicas você teria a passar para quem está trabalhando no ramo da beleza?

Eu acho o seguinte. Você tem que se adequar ao estilo de vida da mulher. Existem mulheres que não é nem o problema financeiro, é o problema de tempo. Existem muitas mulheres que com essa situação do país ficam correndo muito mais atrás das coisas e deixam o cabelo. A mulher que faz o cabelo uma vez por mês, não necessariamente ela precisa fazer todo mês. Ela pode fazer uma cor, um corte que dure 3, 4 meses. Tudo é uma opção. Eu acho que você tem que se adequar. Eu vejo muitas mulheres que realmente os maridos estão muito assustados e elas ficam preocupadas em gastar dinheiro. Você tem que ser um facilitador da vida da mulher. Você não pode ser um complicador. Então você não pode inventar uma coisa que amanhã ela não pode fazer a manutenção. É muito melhor você ter a cliente para sempre, do que ter uma vez só.


Para finalizar, no dia 20 de junho entraremos no inverno. Quais são as tendências de cores e cortes para a nova estação?

Inverno em Goiânia? Nunca vi (risos). O que acontece. Quando o clima é muito quente, você tem que usar cabelos mais frios. Quando o clima é muito frio, tem que usar cabelos mais quentes. Eu acho que a mulher de Goiânia não pode abusar muito de vermelho, do laranja, do dourado forte. Ela tem que tomar um certo cuidado. E eu aposto muito no inverno em cores chocolates, tons de mel, tom de conhaque, mas nada com vermelho. Eu acho que a mulher de Goiás detesta o vermelho. Eu acho que o vermelho é bonito quando você faz de propósito e não por acidente.


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