Einstein Goiânia é o primeiro hospital de Goiás a realizar cirurgias ortopédicas com robô  

16/06/2026 | 0 comentários
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De forma pioneira, o Einstein Goiânia acaba de incorporar uma plataforma robótica inovadora para artroplastias de joelho, o SkyWalker®️ Robotic Platform. Desenvolvida pela MicroPort Orthopedics, a tecnologia permite unir um planejamento virtual detalhado dos procedimentos com a execução cirúrgica guiada por robô. O equipamento já está disponível também no Einstein Morumbi, em São Paulo.

As principais vantagens da plataforma residem na sua capacidade de unir um planejamento pré-operatório personalizado com uma execução robótica de alta precisão.  O sistema utiliza imagens de tomografia computadorizada para criar um modelo 3D interativo da articulação, permitindo que o cirurgião analise a anatomia única do paciente e defina em detalhes o tamanho, o posicionamento e o alinhamento ideais do implante antes do procedimento.  

Durante a cirurgia, essa etapa de planejamento é traduzida em ação por um braço robótico que atua como um guia, posicionando o bloco de corte com exatidão submilimétrica para garantir máxima fidelidade ao que foi planejado. Além disso, a plataforma oferece feedback em tempo real com a função de "balanceamento de lacunas", que possibilita ao cirurgião avaliar e ajustar o equilíbrio dos ligamentos, visando uma articulação mais estável e com movimento natural. 

"A capacidade de planejar a cirurgia em um modelo 3D e executá-la com o auxílio robótico nos dá um controle sem precedentes", explica Mário Lenza, gerente do Programa da Ortopedia Einstein. "A precisão nas ressecções ósseas e no alinhamento dos componentes é fundamental para a longevidade do implante e para uma recuperação mais funcional do paciente. É a materialização da medicina auxiliada por dados aplicada ao centro cirúrgico." 

De acordo com o diretor do Einstein em Goiânia, Mayler Olombrada, ter um robô para cirurgia de joelho, sendo o único em Goiás, representa um avanço importante para a medicina da região. “Na prática, isso se traduz em cirurgias mais seguras, com melhor posicionamento da prótese, menor impacto nos tecidos e uma recuperação potencialmente mais rápida para o paciente.”

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