Escola de Artes Visuais da Secult Goiás ganha mural de Mury
24/09/2026 | 0 comentários
Crédito - Elmer José Cortes Vargas
A Escola de Artes Visuais (EAV), unidade da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás (Secult Goiás), passa a abrigar o mural “Quando o tempo era brisa”, da artista visual e muralista Jessica Muriel, conhecida como Mury. Com cerca de 19 metros de extensão por 3 metros de altura, a obra está localizada após a escadaria de acesso ao mezanino do Centro Cultural Octo Marques e homenageia a poeta paranaense Helena Kolody (1912-2004).
A composição tem o azul como elemento central, em referência à presença recorrente da cor nos poemas de Kolody, associada a imagens do céu e do mar, além dos olhos azuis da escritora. As formas abstratas e os traços também dialogam com a modernidade de sua produção literária, marcada pela concisão e pela experimentação.
Considerada a primeira mulher a publicar haicais no Brasil, Helena Kolody influenciou nomes como Paulo Leminski e Alice Ruiz. Integrado ao mural, o poema “Retrato Antigo” convida o público à reflexão sobre a passagem do tempo, a memória e a identidade.
Formada em Artes Visuais pela Escola de Artes Visuais Basileu França e residente do Muquifu Cultural, Mury desenvolve trabalhos que transitam entre o cubismo, a abstração e a arte urbana. Sua produção combina grafite, pintura e geometria para abordar temas como cotidiano, ancestralidade, memória e identidades coletivas.
A composição tem o azul como elemento central, em referência à presença recorrente da cor nos poemas de Kolody, associada a imagens do céu e do mar, além dos olhos azuis da escritora. As formas abstratas e os traços também dialogam com a modernidade de sua produção literária, marcada pela concisão e pela experimentação.
Considerada a primeira mulher a publicar haicais no Brasil, Helena Kolody influenciou nomes como Paulo Leminski e Alice Ruiz. Integrado ao mural, o poema “Retrato Antigo” convida o público à reflexão sobre a passagem do tempo, a memória e a identidade.
Formada em Artes Visuais pela Escola de Artes Visuais Basileu França e residente do Muquifu Cultural, Mury desenvolve trabalhos que transitam entre o cubismo, a abstração e a arte urbana. Sua produção combina grafite, pintura e geometria para abordar temas como cotidiano, ancestralidade, memória e identidades coletivas.
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